Sábado, 23 de Marzo del 2019

Gatito es el gran ídolo en el Brasil. La enorme figura de Roberto Junior Fernández Torres ganó notable admiración no solo de los "torcedores" del Botafogo, su actual club, sino que de la prensa toda del Brasil. "Mimado" de los jornalistas, el considerado "paraguayo más famoso de Brasil", otorgó una entrevista exclusiva a la famosa cadena de televisión Globo, cuyo contenido posteriormente fue reproducido integramente por el portal Globosporte.

Durante la larga y amena conversación, consultaron al Gatito de su infancia, sus inicios en el fútbol, su actualidad y su futuro. Globo estuvo en la casa de la familia Fernández Torres este lunes.

Gatito admitió su admiración por la naturaleza, la pesca, la casa. Y del futuro no negó el sueño de la selección paraguaya. "Ser biccampeón con Botafogo y ser llamado a la selección de mi pais", está entre las prioridades del excelente arquero, considerado hace 3 años como el mejor golero del fútbol brasileño.

Tampoco estuvo ausente Chaco, su perro que lo acompaña donde va. Vive con él en Rio de Janeiro, ahora está en Paraguay, pero luego retornaran a la "Cidade Maravillosa".

He aquí parte de la larga entrevista:

Enquanto a casa de Gatito Fernández é o Botafogo desde 2016, o habitat natural do "felino alvinegro" fica no Paraguai. É em Assunção, onde nasceu, foi criado e mora a sua família, que o goleiro de 30 anos gosta de curtir as férias após cada desgastante temporada do futebol brasileiro. Mas o que será que o "paraguaio mais famoso do Brasil" faz em seus momentos de lazer?.

Na última segunda-feira, Gatito abriu as portas da casa onde a família vive desde seus oito anos de idade e recebeu o GloboEsporte.com para mostrar como ele aproveita as férias. O programa preferido? Um exótico hobby que envolve isolamento na natureza ao lado de mais três amigos durante quatro dias. E também relembrou a infância e apresentou a quadra do bairro Carmelitas, onde cresceu jogando bola – e na linha, pasmem os senhores.

Trilha, churrasco, cachorros... Sim, em casa de "felinos humanos", os bichos de estimação são cães – com direito a perfil no instagram (@golden_chaco) para Chaco, um golden retriever que usa camisa do Botafogo. Em entrevista ao lado do pai, o ex-goleiro Gato Fernández, Gatito traçou metas para 2019, confirmou sondagens como a do Flamengo e atendeu a uma equipe de TV, que apareceu de surpresa na porta – coisas que acontecem muito no Paraguai.

GloboEsporte.com: Metade de dezembro já passou, como estão essas férias aí?

– Muito boas. Da maneira que a gente fechou o ano, individual também mais tranquilo porque a etapa difícil da minha lesão já passou. Hoje em dia estou descansando o corpo e a mente para no ano que vem começar 100%.

Viajou para outros lugares ou ficou só em Assunção?

– Tenho viajado, sim. Fui para o interior do Brasil, em Bonito, no Mato Grosso do Sul. Fiquei lá uma semana, aí voltei para Assunção e agora vou ficar só por aqui dentro do Paraguai. Só vou sair para voltar para o Rio mesmo (risos).

Gosta de morar aqui?

– Gosto. Assunção é uma cidade tranquila, onde eu me criei, e é meu país. Isso eu não mudo por nada.

E o que você gosta de fazer por aqui?

– Eu gosto de ficar em casa, de curtir a família, quase sempre não estou aqui. E de vez em quando faço um churrasquinho com os amigos. Praticamente é isso. (...) Só o fato de estarem os quatro (Gatito, pais e a irmã) juntos em casa, assistindo televisão, pois todo o ano estou fora do país, já é uma coisa muito boa para mim. Espero que seja para eles também (risos).

Mas e essa história de fazer trilha, que já vi em seus Instagram?

– Gosto de trilha sim. Pelo menos quatro dias nas minhas férias eu faço isso. Vou com os amigos para a mata e ficamos quatro dias lá fazendo expedições em lugares que são praticamente inóspitos, onde não tem quase ninguém. Essa semana vamos para lá. (...) Tem uns cinco, seis anos que faço isso todo ano. Gosto muito de pescar também no Rio Paraguai.

Gato (pai): – Eu acompanho ele também, gosto (de pescar). Mas de trilha não.

– Levei ele duas vezes, mas não está preparado para isso (risos). Ficamos sem sinal de telefone, isolado de tudo. Tem vezes que ficamos em fazendas, e é engraçado que muitas vezes eu não conheço a pessoa, mas os donos sempre abrem as portas para a gente uma noite. Pelo menos um teto para dormir mais tranquilo (risos).

Para 2019, quais são suas metas?

– O principal é buscar o bicampeonato Carioca. Temos que nos preparar para isso, no ano passado muitos não acreditavam no nosso time, mas agora já sabem que o Botafogo pode chegar sempre. Acho que seremos um dos candidatos ao Carioca, então vamos para esse primeiro desafio do ano, depois vêm a Sul-Americana e a Copa do Brasil, onde precisamos ir passando as etapas. Cada um tem que se preparar individualmente, mentalmente e fisicamente, para a gente ir até o limite.

E na seleção paraguaia?

– Expectativa muito grande realmente porque eu quero formar parte desse elenco que estará jogando a Copa América no Brasil em 2019. Se for possível, gostaria de ter a chance de jogar, de me firmar como camisa 1 da minha seleção, que é uma pendência que tenho comigo mesmo. Então o que eu mais quero é estar dentro desse elenco e fazer um grande trabalho pelo país.

Gato (pai): – É um sonho e estamos torcendo para que ele seja o número um da seleção do Paraguai. Acho que é a única coisa que está faltando para ele.

Você manteve contato com a comissão técnica do Paraguai por causa da lesão?

– Eu não tive contato direto com o técnico da seleção, e sim através do grupo de trabalho que ele tem. O preparador de goleiros me ligava direto para saber como eu estava, quando iria voltar a jogar. Quando voltei, ele também mandou mensagem. Então sempre mantive esse contato.

Gato (pai): – Foi difícil para ele. Nós aqui preocupados, ligando todo dia, tentando ajudar. Graças a Deus ele superou tudo isso e encerrou o ano muito bem. 

 

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